Os prejuízos do turnover na sua empresa

Por em 28/07/2021

No âmbito empresarial, o chamado turnover é utilizado para medir o grau de rotatividade dos funcionários em uma companhia e, consequentemente o número de profissionais que necessitam ser substituídos após determinado tempo de casa. A “substituição” de um colaborador, na maioria das situações, causa prejuízos que vão muito além do monetário, uma vez que, treinamento e, principalmente tempo, são muito mais valiosos que perdas financeiras. Esse “prejuízo” não ocorre em situações isoladas, porque afinal de contas, o mercado é mutável e sempre aparecerão “melhores oportunidades”, ainda mais para bons profissionais, mas quando essas situações se tornam corriqueiras dentro de instituições e essa rotatividade parece se tornar algo rotineiro e comum, e é aí que você, gestor, deve se preocupar e questionar se o problema de fato é o mercado acirrado ou sua forma falha de gerir pessoas.

 

Como dito acima, em qualquer instituição, há um percentual orgânico de turnover e isso é normal, o que eu quero dizer aqui é que esse número se torna um problema quando é alto e frequente, pois representa perdas em massa para a empresa. É necessário abolir essa cultura de que todos são substituíveis, pois numa dessas, você acabará perdendo tempo e dinheiro desnecessário que poderia estar investindo em bons treinamentos e capacitação aos funcionários que já entendem sobre seu produto, cultura e particularidades. Novas contratações e processos de seleção, encargos trabalhistas, capacitação e treinamentos para os recém-chegados, gastos indiretos com o desligamento desses profissionais e perda de carteira de clientes são alguns dos prejuízos que você pode ter com a frequência do turnover. Enfim, para calcular essa métrica é necessário entender existem dois tipos de turnover, o voluntario e o involuntário.

O turnover voluntário ocorre em situações cotidianas como quando seu funcionário recebe uma melhor oportunidade de trabalho, com mais benefícios , reconhecimento no mercado, melhor salário e outras particularidades que sejam mais atraentes e compatíveis aos seus objetivos profissionais. Ele também ocorre por conta de situações habituadas em um ambiente tóxico de trabalho, capaz de gerar um desconforto interpessoal tão grande na vida da pessoa ao ponto de que ela não enxergue outra alternativa que não seja solicitar seu desligamento. Existem também conflitos internos que dispõem do funcionário a necessidade e disposição de buscar novas oportunidades no mercado. Outro motivo frequente é a ausência de um plano de carreira na companhia que faz com que o colaborador não veja futuro e oportunidade de crescer ali dentro.

 

 

 

O turnover involuntário  ocorre mediante à problemas internos que variam entre má gestão , ausência de treinamentos específicos que impedem um profissional cru a desenvolver seu trabalho com exatidão juntamente ao imediatismo e ansiedade de alguns gestores que se esquecem que a prática leva a perfeição e que essa prática e aprendizado levam tempo. Além de questões financeiras, contratações errôneas e afins.

Uma vez que o mercado se encontra cada dia mais competitivo, a saída de um colaborador, seja de forma voluntária ou não, acaba se tornando algo extremamente alarmante para os negócios. Além de carecer diversos custos da empresa, afeta diretamente a produtividade da equipe, pois até que uma nova pessoa assuma o cargo vago o déficit naquele departamento permanecerá em aberto, e como já dito em várias linhas deste texto, o treinamento para um trabalho coeso e preciso leva tempo e, algumas vezes, nós não temos tempo a perder.

 

Invista em marketing de incentivo, diminua a rotatividade dos seus funcionários, faca com que eles se sintam únicos e reconhecidos. Vem pra Touch Card!

 

 

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